rio anhumas

Após 5 anos, começa demolição da ponte da Rhodia

Na ocasião, a área será completamente isolada. O cronograma inicial foi definido na terça-feira (25), em reunião

Da Agência Anhanguera
27/09/2018 às 07:26.
Atualizado em 22/04/2022 às 01:04
Por questões de segurança, autoridades informam que não haverá nenhum tipo de alternativa de passagem (Leandro Ferreira/AAN)

Por questões de segurança, autoridades informam que não haverá nenhum tipo de alternativa de passagem (Leandro Ferreira/AAN)

O início das obras de demolição, reconstrução e ampliação da ponte sobre o Rio Anhumas, conhecida popularmente como Ponte da Rhodia, que liga Campinas a Paulínia, começa na próxima segunda. Na ocasião, a área será completamente isolada. O cronograma inicial foi definido na terça-feira (25), em reunião entre a Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Paulínia e representantes da Etama Construtora Ltda., empresa responsável pela revitalização do acesso, que planeja demolir a estrutura atual no próximo dia 8. A ponte sobre o Rio Anhumas foi interditada em 2014, depois que um laudo técnico apontou a existência de problemas estruturais no acesso. Na época, aproximadamente 4 mil automóveis transitavam no trecho diariamente. As intervenções foram autorizadas na última quinta, mediante a emissão da Licença Ambiental de Instalação feita pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetestb). “Nossa previsão é de que a demolição e remoção total da ponte já existente leve cerca de 15 dias”, afirmou José Eduardo Gonçalves, diretor- técnico da Etama. A proposta orçamentária do projeto vencedor da licitação prevê gastos de cerca de R$ 6 milhões. Após derrubar a estrutura atual, serão construídas duas novas pontes em sentidos opostos interligando Campinas e Paulínia. Ambas terão 56 metros de extensão. A expectativa da Etama é de que as obras sejam concluídas no prazo máximo oito meses, previsto em contrato. A ponte sobre o Rio Anhumas foi interditada em 2014, depois que um laudo técnico apontou a existência de problemas estruturais no acesso. Na época, aproximadamente 4 mil automóveis transitavam no trecho diariamente. Valdir Terrazan, secretário de Obras e Serviços Públicos de Paulínia, informa que a partir de segunda-feira, pedestres e ciclistas estarão impedidos de transitar no trecho, fato que ocorria apesar da interdição da ponte. “Por questões de segurança, pedimos a compreensão de todos e reforçamos que não haverá nenhum tipo de alternativa de passagem pelo local”, destacou, frisando que só pessoas autorizadas poderão chegar nas proximidades. Aos representantes da construtora, o secretário solicitou dedicação serviço para que a obra seja finalizada o mais rápido possível. Terrazan ressalta que a ponta é um acesso importante entre os municípios e que a ponte vai colaborar para o desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

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