Medida vale para Campinas, Elias Fausto, Hortolândia, Indaiatuba, Monte Mor, Paulínia, Sumaré, Valinhos e Vinhedo
As igrejas católicas nas nove cidades que integram a Arquidiocese de Campinas só retomarão celebrações públicas a partir de 20 de junho, observando protocolo divulgado pelo arcebispo d. João Inácio Müller. Desde hoje, no entanto, elas podem abrir para orações dos fiéis. A postergação da retomada de missas ocorre para que haja tempo para o treinamento das lideranças sobre a observação das regras. A medida vale para as nove cidades da Arquidiocese: Campinas, Elias Fausto, Hortolândia, Indaiatuba, Monte Mor, Paulínia, Sumaré, Valinhos e Vinhedo. O protocolo foi desenvolvido pelo Comitê Emergencial da Crise do Covid-19, que tem participação do Hospital PUC-Campinas e da universidade e de colaboradores externos. De acordo com o arcebispo, o pároco será o primeiro responsável diante das autoridades civis das medidas protetivas, e deve sempre estar presente para acompanhar os procedimentos de proteção, a serem tomados em cada missa. A partir do dia 20, as missas ocorrerão em um período diário de quatro horas e o acesso dos fiéis será limitado, conforme as regras estabelecidas por cada município, e cada paróquia decidirá critérios para o controle do número de pessoas, de acordo com a capacidade (agendamento prévio, por telefone, redes sociais, etc.). Os participantes das celebrações deverão guardar distância mínima de dois metros uns dos outros. Além da obrigatoriedade de uso de máscaras, os fiéis deverão higienizar as mãos, na entrada da igreja, com álcool em gel 70% e as solas dos sapatos com água sanitária antes de entrar no templo. Durante a comunhão, os fiéis permanecem nos seus lugares e o ministro levará a hóstia até eles. Quem for comungar, de acordo com o protocolo, deverá ficar em pé, retirar a máscara pelo elástico e receber a comunhão com a mão em forma de pinça, colocar a máscara e sentar. O Pai Nosso seja rezado sem dar as mãos e sem o abraço da Paz. No caso de o sacerdote, presidente da celebração, ser mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substituído, na distribuição da comunhão, pelo diácono ou ministro extraordinário. Continuam suspensas peregrinações, romarias, procissões, adoração do Santíssimo em grupos, festas, concentrações religiosas, acampamentos e outras atividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia. O protocolo define as regras para as celebrações presenciais da Eucaristia. Segundo o arcebispo, novas orientações serão das posteriormente para o batismo, crisma, matrimônio, celebração da penitência, catequese, unção dos enfermos, atividades pastorais, festas e promoções.