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Disputa em Paulínia será entre 9 candidatos

A eleição suplementar em Paulínia terá nove chapas na disputa pela Prefeitura, que tem o segundo maior orçamento da Região Metropolitana de Campinas

Francisco Lima Neto
01/08/2019 às 07:56.
Atualizado em 30/03/2022 às 21:52

A eleição suplementar em Paulínia terá nove chapas na disputa pela Prefeitura, que tem o segundo maior orçamento da Região Metropolitana de Campinas (RMC)- R$ 1,5 bilhão - perdendo apenas para Campinas. O prazo para as convenções partidárias definirem os nomes terminou na última terça-feira. Antonio Miguel Ferrari, o Loira (DC), atual mandatário, vai concorrer ao lado de Adilson Censi, o Palito (Pros). O Loira foi o último candidato a ser oficializado. A definição da chapa ocorreu em um hotel da cidade, na noite de terça-feira. O PPS realizou sua convenção também na noite daquele dia e colocou Tuta Bosco e Dr. Gustavo Yatecola como vice na disputa. A convenção ocorreu na Câmara Municipal. Pelo PT foram lançados Custódio Campos prefeito e Jucimara Souza vice; Marcelo Barros prefeito e Rose Abreu vice são os representantes do Psol; Nani Moura prefeita e Cícero Brito vice representam o MDB; pelo PSL sairão Capitão Cambuí prefeito e Julio Peluque vice. Já pelo PRTB as candidatas são Angela Duarte prefeita e Paula Benites vice. O PSC aposta em Coronel Furtado prefeito e Kielson Prado vice. O impasse sobre a possível anulação da convenção do PSDB, realizada na sexta-feira (26) e que anunciou Du Cazelatto e Sargento Camargo como os postulantes ao cargo, foi resolvido. Uma liminar derrubou a comissão interventora da executiva estadual do partido, impedindo uma nova convenção do partido que chegou a ser anunciada. O presidente interventor da legenda, Rogério Mion, chegou a recorrer da decisão, mas, não teve sucesso. Em uma rede social, Du Cazellato escreveu que sabe que a batalha será dura, mas que vai superar os obstáculos. “Estive no Cartório Eleitoral nesta tarde de quarta-feira, 31, acompanhado do Sargento Camargo, para registrarmos a nossa candidatura para a eleição que acontecerá dia 1º de setembro. Esse é mais um passo que damos para que em breve com muito trabalho, atitude e gestão possamos colocar Paulínia nos trilhos do progresso novamente", afirmou. A eleição vai acontecer no dia 1º de setembro. A partir de agora, os candidatos precisam se registrar até amanhã (2/8). A propaganda eleitoral está liberada a partir do sábado (3/8), até o dia anterior à eleição. Os eleitos serão diplomadas no dia 4 de outubro. O vencedor, no entanto, vai governar a cidade por um curto período, já que em 2020 haverá a eleição ordinária, e o vencedor toma posse em janeiro de 2021. A exigência de nova eleição se deu em decorrência de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve a decisão do TRE, de cassação dos mandatos de prefeito e vice-prefeito de Paulínia em 14 de maio de 2019. O prefeito Dixon Ronan de Carvalho (PP) e seu vice, Sandro Caprino (PRB), tiveram seus mandatos cassados por abuso de poder econômico e arrecadação ilícita de recursos na campanha de 2016.

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