434 mortes por covid-19

Estado também alcança triste marca

O secretário de Saúde, Carmino de Souza, lembrou que os números de ontem foram ruins de forma geral para o Estado

Da Agência Anhanguera
24/06/2020 às 10:25.
Atualizado em 28/03/2022 às 22:46
O secretário de Saúde, Carmino de Souza, lembrou que os números de ontem foram ruins de forma geral para o Estado (Divulgação/PMC)

O secretário de Saúde, Carmino de Souza, lembrou que os números de ontem foram ruins de forma geral para o Estado (Divulgação/PMC)

Durante o anúncio das 23 mortes por coronavírus em Campinas, o secretário de Saúde, Carmino de Souza, lembrou que os números de ontem foram ruins de forma geral para o Estado. “É um dia triste para o Estado de São Paulo. Estamos vivendo o pior momento estadual e o pior momento do Interior. A questão do isolamento social neste momento é fundamental para que a gente possa continuar dando o melhor tratamento possível”, disse. A Capital também passou por um dia de recordes negativos. Ontem, o secretário de Saúde de São Paulo, José Henrique Germann, informou que o Estado atingiu a marca de 13.068 óbitos por causa da Covid-19. Com o número atualizado, o Estado registra novo recorde de mortes contabilizadas em um dia: entre a segunda-feira, 22, e ontem, foram 434 novos óbitos, um aumento de 3,44%. O último recorde de mortes diárias no Estado havia ocorrido na quarta-feira, 17, com 389 óbitos. Germann informou também que o Estado já registrou 229.475 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus. Entre a segunda-feira e ontem, 7.502 novos pacientes foram contabilizados pelo sistema, um aumento de 3,38%. Segundo o secretário, em entrevista no Palácio dos Bandeirantes, a taxa de ocupação dos leitos do Estado é de 65,7% e na região metropolitana da Capital, de 68,8%. Os primeiros resultados de um inquérito sorológico realizado pela Prefeitura de São Paulo sobre o coronavírus indicaram que 9,5% de toda a população, ou 1,16 milhão de pessoas, foram expostos à doença. Segundo a Prefeitura, é uma taxa maior que de outros países que fizeram inquéritos parecidos, como França e Espanha. Dessa forma, segundo o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, a taxa de mortalidade da doença na cidade é de cerca de 0,5 morte para cada 100 mil infectados. "Sem a taxa de prevalência, a taxa de letalidade na cidade de São Paulo era de 26 casos para 1 mil infectados. O inquérito sorológico nos apresenta o real cenário da letalidade", afirmou. (Com Estadão Conteúdo)

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