Unidade foi concebida para contribuir com a qualificação técnica da administração pública e aproximar o conhecimento jurídico da sociedade

André Mendonça é considerado hoje figura central no Judiciário e no cenário político do país (Divulgação)
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, dará a aula magna da Escola de Justiça de Campinas (EJ), marcada para o dia 1º de junho. As inscrições gratuitas para o evento, que será realizado no Auditório Dom Gilberto Pereira Lopes, no Campis I da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, já estão abertas através do site https://www.sympla.com.br/evento/aula-magna-inauguralda-escola-de-justica-de-campinas/3417026.
O evento terá capacidade para 390 pessoas sentadas. Os participantes inscritos e presentes receberão certificado digital de participação. André Mendonça é considerado hoje figura central no Judiciário e no cenário político do país. Ele assumiu o caso envolvendo Daniel Vorcaro em fevereiro, após o ministro Dias Toffoli se declarar suspeito para analisar uma ação que pedia à Corte que determinasse à Câmara dos Deputados a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Master. Na decisão, o magistrado afirmou que a suspeição ocorreu “por motivo de foro íntimo”, sem detalhar as razões. Porém, a decisão foi tomada em meio a vazamentos de negócios envolvendo a família do ministro e o banco.
Além de André Mendonça, a solenidade contará com a presença de autoridades de instituições públicas, jurídicas, acadêmicas e de classe.
Criada pela lei complementar nº 581 de 2026, a EJ Campinas, vinculada à Secretaria Municipal de Justiça, tem como missão promover a formação jurídica continuada de agentes públicos municipais, o aperfeiçoamento técnico da administração pública e o fortalecimento do diálogo entre o poder público, as instituições jurídicas, a comunidade acadêmica e a sociedade civil.
QUALIFICAÇÃO
“A Escola de Justiça foi concebida para contribuir com a qualificação técnica da administração pública e também para aproximar o conhecimento jurídico da sociedade”, disse o secretário de Justiça, Peter Panutto. A Escola poderá desenvolver encontros, seminários, congressos, colóquios, jornadas, cursos de curta duração, cursos de especialização e outros eventos de natureza jurídica.
Além dos agentes públicos municipais, a EJ Campinas poderá abranger advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, delegados de polícia, notários, registradores, auditores fiscais, profissionais das carreiras jurídicas dos setores público e privado, estudantes de Direito e demais interessados.
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