Município é o 2º melhor colocado do Estado e o 12º do País em ranking elaborado pela IPC Maps
Campinas é a segunda cidade do Estado e a 12º do País em potencial de consumo, com um valor estimado em R$ 34,276 bilhões neste ano. O resultado é bom, mas já foi melhor: no ano passado, Campinas estava duas posições acima no ranking nacional. Os dados fazem parte do Índice de Potencial de Consumo Nacional (IPC Maps 2019). Apesar do recuo no ranking nacional, o cenário segue positivo para Campinas - a cidade é a única não capital entre as 12 primeiras colocadas. No Estado, perde apenas para a cidade de São Paulo. De acordo com os dados, a classe A deve gastar R$ 7,318 bilhões; a classe B, 13,178 bilhões; a C, R$ 10.763 bilhões; e as classes D e E, somadas, R$ 2,447 bilhões. Ainda segundo a pesquisa, a cidade possui 1,204 milhão de habitantes, divididos em 420.663 mil domicílios urbanos e 5.253 rurais e tem uma frota de 907.282 mil veículos. O potencial de consumo leva em conta vários aspectos, como alimentação dentro e fora de casa, manutenção do lar, artigos de limpeza, vestuário, gastos com medicamentos, viagens, gastos com cultura, transporte e higiene pessoal, entre outros. A posição de cada um Americana Ranking nacional: 82 Ranking estadual: 26 Artur Nogueira Ranking nacional: 465 Ranking estadual: 129 Campinas Ranking nacional: 12 Ranking estadual: 2 Cosmópolis Ranking nacional: 359 Ranking estadual: 105 Engenheiro CoelhoRanking nacional: 1.079Ranking estadual: 242 Holambra Ranking nacional: 1.138 Ranking estadual: 252 Hortolândia Ranking nacional: 127Ranking estadual: 43 Indaiatuba Ranking nacional: 81Ranking estadual: 25 ItatibaRanking nacional: 167Ranking estadual: 51 JaguariúnaRanking nacional: 363Ranking estadual: 106 Monte Mor Ranking nacional: 486Ranking estadual: 135 MorungabaRanking nacional: 1.520 Ranking estadual: 301 Nova Odessa Ranking nacional: 355 Ranking estadual: 103 PaulíniaRanking nacional: 225 Ranking estadual: 71 Pedreira Ranking nacional: 480Ranking estadual: 133 Santa BárbaraRanking nacional: 123 Ranking estadual: 41 Santo Antonio de PosseRanking nacional: 993Ranking estadual: 230Sumaré Ranking nacional: 92Ranking estadual: 27ValinhosRanking nacional: 161 Ranking estadual: 47 VinhedoRanking nacional: 294 Ranking estadual: 86 Quadro nacional A pesquisa apontou que o consumo das famílias brasileiras este ano não só terá crescimento, como também deverá impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB). Na contramão das últimas expectativas, os dados mostram que a economia tem potencial para movimentar cerca de R$ 4,7 trilhões - ou 64,8% do PIB previsto para 2019. O IPC Maps é elaborado com base em dados oficiais. Segundo o levantamento, as capitais perderão um pouco mais de espaço no consumo (de 29,6% em 2018 para 28,9% este ano). Em contrapartida, o Interior voltará a dar sinais de recuperação, passando de 54% para 54,4%. Maiores O desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros, embora continue em ligeira queda, ainda equivale a R$ 1,848 trilhão, ou 39,43%, do PIB. Pela ordem, São Paulo lidera o ranking dos maiores mercados, seguido, pela ordem, por Rio de Janeiro, Belo Horizonte (que subiu uma posição e ultrapassou Brasília), Salvador, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre e Manaus (que recuperou o 9º lugar, derrubando Goiânia para o 10º). Entre as cidades localizadas no Interior que estão entre as 50 maiores figuram, além de Campinas, Guarulhos, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, São Gonçalo e Niterói (RJ), Joinville (SC), Uberlândia (MG) e Caxias do Sul (RS). Por regiões, a liderança do potencial de consumo permanece com o Sudeste, com quase metade do total nacional (48,89%), seguido pelo Nordeste, com 18,82%. A região Sul, que em 2018 tinha aumentado sua fatia para 18,07%, voltou a cair e está em 17,82%, assim como o Centro-Oeste, que de 8,51% foi para 8,21%. Na região Norte, houve avanço: 6,25% este ano contra 5,89% em 2018. Embora com presença reduzida em quantidade de domicílios, a classe B continua puxando o cenário de consumo. Ela representa 20,97% dos domicílios e encabeça o ranking com 38,41% (cerca de R$ 1,67 trilhão) dos recursos estimados que os pelos brasileiros gastarão este ano. Cada vez mais próxima, a classe C aparece com 37,5% (cerca de R$ 1,63 trilhão) dos gastos, representando 48,08% das residências. No topo da pirâmide, a classe alta (A), com 2,45% dos domicílios, responderá por 13,68% (R$ 595,2 bilhões), e a classe D/E, por 10,41% (R$ 452,9 bilhões), representando 28,5% dos domicílios.