Seis testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público deverão depor hoje à tarde, na Cidade Judiciária, em Campinas, em mais um audiência
Seis testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público deverão depor hoje à tarde, na Cidade Judiciária, em Campinas, em mais um audiência do Caso Ouro Verde - em que a Justiça apura desvios de recursos no hospital municipal quando da gestão da Organização Social Vitale Saúde, encerrada em novembro de 2017 após intervenção da prefeitura. Deverão depor os PMs Ricardo Alexandre Santanna e Márcio de Moura Massarente, que realizaram os procedimentos de busca e apreensão, durante a terceira fase da Operação Ouro Verde; os médicos do Ouro Verde, Gustavo Dahmen e Hélio Kiitiro Yamashita; a funcionária do Hospital Mário Gatti, Cândida Emília Pereira e Andrea Lopes dos Santos, mulher do contador da Vitale à época, Alcir Fernando, que já é réu no processo. Já a mulher do empresário Felipe Braz, Thalita Thauana do Amaral Bernardes não foi localizada, mas a acusação espera que ela se apresente espontaneamente. Em meados de junho deste ano, por determinação do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Mauro Fukumoto, foram bloqueados os bens móveis e imóveis de 18 réus do Caso Ouro Verde no valor de R$ 32 milhões. O bloqueio atendeu ação de responsabilidade civil por ato de improbidade impetrada pelo promotor Ângelo Carvalhaes. Os prejuízos provocados no Hospital Ouro Verde superam a casa de R$ 40 milhões, segundo relatório elaborado pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Campinas e encaminhada ao Ministério Público. A prefeitura sustenta que vai à Justiça pedir o ressarcimento dos valores.