Sérgio Cardoso

Vitor Araújo está em série de teatro

O premiado pianista Vitor Araújo é o convidado do segundo episódio da série Teatro Sérgio Cardoso 40 anos. A exibição será transmitida nesta sexta, 17

Da Agência Anhanguera
16/07/2020 às 12:34.
Atualizado em 28/03/2022 às 21:49
Pianista Vítor Araújo é atração do segundo episódio da série festiva (Divulgação)

Pianista Vítor Araújo é atração do segundo episódio da série festiva (Divulgação)

O premiado pianista Vitor Araújo é o convidado do segundo episódio da série Teatro Sérgio Cardoso 40 anos. A exibição será transmitida nesta sexta-feira, 17, às 21h, pela plataforma #CulturaEmCasa (http://www.culturaemcasa.com.br), criada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e gerida pela Amigos da Arte. A série, lançada no último dia 10, faz parte da comemoração de aniversário do Teatro Sérgio Cardoso, uma das principais salas de São Paulo, que completa quatro décadas em outubro deste ano. Assim como todos os equipamentos culturais, o Sérgio Cardoso continua fechado devido ao isolamento social. Mas a arte não pode parar. E pensando em disponibilizar cultura e entretenimento, de qualidade, gratuitamente, ao maior número de pessoas, toda sexta-feira, às 21h será veiculada apresentação de artistas que gravaram especiais no Teatro Sérgio Cardoso sem plateia. Compositores, músicos, cantores e atores foram convidados a se apresentar no teatro vazio. Uma experiência única para cada um deles e também para quem acompanhar a série na plataforma #CulturaEmCasa. A primeira temporada do Teatro Sérgio Cardoso 40 anos, composta por cinco episódios, estreou com apresentação de Ana Cañas que registrou cerca de mil visualizações. Os próximos artistas a se apresentarem são Raul Barreto, Simoninha e Lara Córdulla. Sozinhos, no palco, eles também trazem reflexões sobre o início de carreira, a relação com as artes, o processo criativo e o novo momento provocado pela pandemia. Vitor Araújo conheceu o piano em 1997 aos 8 anos. Desde então, desenvolveu toda a sua carreira artística em volta dele. De estudante premiado em sua infância e adolescência, passou para polêmico e singular intérprete da música erudita com grande reverberação nacional, devido à sua leitura pouco ortodoxa de obras clássicas, e à apropriação do universo improvisativo do jazz nas execuções de partituras consagradas dos grandes compositores. Essa abordagem particular do piano como plataforma musical lhe rendeu premiações como a da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e do Festival de Cinema de Brasília logo em seus primeiros anos de carreira.

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