Com o empate diante do Ituano, por 1 a 1, no domingo, a Ponte Preta praticamente se colocou fora da briga pela classificação para a próxima fase
Com o empate diante do Ituano, por 1 a 1, no domingo, a Ponte Preta praticamente se colocou fora da briga pela classificação para a próxima fase do Campeonato Paulista. Com 10 pontos ganhos em 24 possíveis após oito rodadas, a Macaca tem apenas 41,6% de aproveitamento. Para terminar pelo menos na segunda posição do Grupo A, terá que somar 10 pontos em quatro jogos, que daria um rendimento de 83,3% na reta final da competição. E, mesmo que consiga esta façanha, ainda dependerá de pelo menos dois tropeços do Red Bull em seus jogos, contra o Novorizontino, Oeste, São Bento e Guarani. Já a Macaca precisaria fazer a mesma pontuação com a metade dos jogos, algo que não fez até aqui. Seus últimos compromissos são contra o Botafogo, São Bento, Guarani e Palmeiras. “Sabemos que estamos em situação complicada, mas como disse o técnico Jorginho, ainda é possível. Temos que encarar todos os desafios de frente e buscar sempre a vitória. Fazendo a nossa parte, acho que ainda é possível”, disse o meia Mateus Vargas, autor do gol de empate diante do Ituano. O novo jogo entre Aparecidense e Ponte Preta, pela primeira fase da Copa do Brasil, deve ser marcado pela CBF para a próxima semana – quarta ou quinta-feira. Até lá, o clube goiano afirmou que vai usar de todas formas para ingressar com recurso contra a decisão do STJD, que anulou a partida realizada no dia 12 por conta de suposta interferência externa. O diretor de futebol João Rodrigues garante que o clube não aceita a decisão. “O que for preciso, nós vamos fazer”, disse. Para o advogado da Macaca, João Felipe Artioli, o caso está encerrado. “O presidente do tribunal destacou, inclusive, que o bandeirinha do jogo mentiu para os auditores durante seu depoimento”, relatou. Despedida Segurança do time da Ponte Preta desde 2003, o segurança Marcos Rossato morreu ontem, aos 48 anos, em decorrência de uma broncopneumonia seguida de parada cardiorrespiratória quando já estava no hospital. Ele estava internado havia três semanas, em coma induzido. Seu quadro piorou nos últimos dias por conta de uma infecção e ontem acabou não resistindo. Marcão era muito querido pelos atletas e profissionais de imprensa que acompanham o dia do clube. Ele deixa a esposa Raquel e o filho Guilherme. Em nota oficial, a Macaca prestou solidariedade ao profissional: “Era capaz de impor respeito não só por seu porte físico, como também pela postura firme e por ser extremamente gentil. Conhecido por todos como dono de um coração pelo menos tão grande quanto ele”, disse o presidente José Armando Abdalla Junior.