
Servidores também sofreu revés ao ser derrotado pelo Okinawa por 4 a 2 (Divulgação)
A quarta rodada do torneio Sessentão da Limfurc confirmou que as equipes participantes não abrem mão do jogo ofensivo nesta temporada. Para comprovar a tese, os cinco confrontos realizados registraram expressivos 34 gols, atingindo uma média de 6,8 gols por partida.
Os jogos realizados anteontem já apresentaram placares elásticos e domínio absoluto de alguns favoritos. No Campo do São Pedro, o Jambeiro aplicou uma goleada de 11 a 0 sobre o Boca UPV, enquanto a Ponte 1900 não tomou conhecimento do Boca Juniors e venceu por 6 a 0. O equilíbrio só deu as caras no duelo entre Seja e ArcoÍris, que terminou em empate por 2 a 2. Nas partidas de ontem, o Sete de Setembro bateu o Fênix por 7 a 0, e o Okinawa, mesmo na condição de visitante, venceu a equipe dos Servidores por 4 a 2.
De acordo com o regulamento aprovado pelos clubes, os oito melhores colocados avançam para a fase de quartas de final, sendo que os quatro primeiros terão a vantagem do empate. Os jogos são disputados em dois tempos de 35 minutos, com intervalo de dez — uma mudança em relação à temporada passada, quando os períodos eram de 40 minutos. Outra regra específica define que o goleiro deve ter dez anos a menos que a categoria; como o torneio é para atletas de 60 anos, o arqueiro precisa ter, no mínimo, 50 anos. Cada elenco pode inscrever até 23 atletas e quatro membros na comissão técnica.
Para a segurança dos veteranos, é obrigatória a apresentação de laudo médico atualizado. A responsabilidade pela saúde dos jogadores cabe a cada clube, sob pena de perda de pontos em caso de descumprimento. O grande desafio técnico da edição é quebrar a hegemonia da Ponte 1900, que no ano passado faturou o Sessentão ao vencer o Jambeiro por 1 a 0, além de levar o título do Sexagenário contra os Servidores, por 3 a 1, na casa do adversário.
A Limfurc completa agora seu 27º ano de existência. Fundada em 25 de maio de 1999, a entidade tem um histórico de atrair grandes nomes do futebol profissional para seus gramados. Já passaram pela liga ex-atletas como o zagueiro Polozzi, o volante Ezequiel e os atacantes Isaías e Chicão. Pelo lado bugrino, a tradição foi representada por nomes do calibre de Careca, João Paulo e Zezinho Barreto, reforçando o nível técnico da competição.
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