Os oito jogadores que foram contratados trabalharam com o técnico Tarcísio Pugliese na Caldense
O Guarani confirmou nesta sexta-feira (03/05) os oito primeiros reforços do time para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. Além do zagueiro Paulão, do volante Edmilson, do meia Rossini e do atacante Nena, que já estavam acertados, chegam também o goleiro Thomazella, o zagueiro Júlio César, o lateral-direito Jefferson Feijão e o meia Ewerton Maradona. Todos eles disputaram o Campeonato Mineiro pela Caldense, que era dirigida por Tarcísio Pugliese, atual treinador bugrino.
"Destes jogadores, quatro nomes já constavam na lista que tínhamos de possíveis reforços antes mesmo da vinda do Tarcísio. Com a chegada do novo técnico, tivemos a certeza que eram atletas com o perfil que desejávamos. Além da indicação do treinador, tivemos também ótimas referências em relação aos novos jogadores", afirma o diretor de futebol do Bugre, Rogério Giardini.
Além de serem conhecidos do treinador, os atletas ainda têm experiência na Série C, fato que também pesou nas contratações. Cinco dos nomes contratados — Thomazella, Jefferson Feijão, Edmilson, Rossini e Nena — conquistaram o acesso no ano passado defendendo o Icasa.
O primeiro jogador apresentado oficialmente foi o volante Edmilson. Aos 30 anos, o mineiro de São Gonçalo do Sapucaí encara o desafio de atuar pelo Guarani como o maior de sua carreira. "A expectativa é a melhor possível. Estou encarando como uma experiência única, como se eu estivesse começando agora", disse, prometendo muita raça. "Vou me entregar ao máximo, de corpo e alma para que alcancemos os objetivos. Vamos lutar muito para recolocar o Guarani no lugar que ele nunca deveria ter saído", completou.
Segundo Edmilson, o espírito brigador é fundamental em uma equipe que deseja se dar bem na Série C. "É um campeonato de muita força e a gente vai ter que colocar a bunda no chão mesmo. A Série C é complicada e requer entrega. Eu e os outros jogadores que subiram com o Icasa no ano passado já sabemos bem o que vamos encontrar", relata.
Primeiro volante de origem, o jogador garante que faz bem a função de "carregador de piano", aquele atleta que se sacrifica na marcação para facilitar a vida dos meias. "Eu obedeço muito a questão tática. No esquema usado pelo Tarcísio, eu não saio bastante, fico mais lá atrás para dar tranquilidade pro segundo volante sair e para os meias exercerem o papel na armação."