O funkeiro foi assassinado a tiros durante um show no CDHU do bairro Vila San Martin, em Campinas
Foto: Divugação. O laudo do Instituto Médico Legal apontou que Daleste foi atingido por dois disparados A morte do funkeiro Daniel Pedreira Sena Pellegrini, o MC Daleste completa dois anos nesta terça-feira (07) e segue sem esclarecimento. Daleste foi assassinado a tiros durante um show no CDHU do bairro Vila San Martin, em Campinas. O laudo do Instituto Médico Legal apontou que Daleste - então com 20 anos - foi atingido por dois disparados. Um deles atingiu o funkeiro de raspão na axila direita, provocando queimaduras, e o segundo atingiu seu abdome, no lado esquerdo. Ele conversava com o público no momento que foi atingido e foi socorrido pelos amigos ao Hospital Municipal de Paulínia, mas morreu pouco tempo depois. Alguns vídeos feitos por fãs registraram o momento do disparo. O assassinato no palco repercutiu em todo o País e também fora do Brasil. Inicialmente, a Polícia Civil de Campinas assumiu o caso, mas ele foi transferido para o DHPP de São Paulo. MC Daleste nasceu na Penha, zona leste de São Paulo, e era o caçula de três irmãos. A carreira musical começou em 2009, divulgando suas primeiras canções na internet. Seus primeiros sucessos foram "Bonde dos Menor" e "Apologia". Daleste mudou seu para o funk ostentação e estorou com as músicas "Deusa da Ostentação", "Mina de Vermelho", "Quem é?", "Gosto Mais do Que Lasanha", "Mais Amor, Menos Recalque!" e "Angra dos Reis"Antes de sua morte, Daleste revelou que faturava mais de 200 mil reais por mês. Poucos dias antes de sua morte, ele gravou o seu único videoclipe, O Gigante Acordou.Em 2013, MC Daleste foi parar na lista de celebridades mais buscada no site de buscas Google no Brasil, sendo Daleste em primeiro lugar e Chorão em segundo lugar. Daleste não chegou a lançar nenhum álbum de estúdioEm 2014, na data de seu aniversário, o seu túmulo foi depredado, a lápide com uma foto do cantor amanheceu quebrada e uma faixa com homenagens foi rasgada