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Retorno das aulas

Maria Teresa Costa
teresa@rac.com.br
17/01/2021 às 09:26.
Atualizado em 22/03/2022 às 11:23

A Prefeitura de Campinas e os ministérios público do Trabalho e do Estado firmarão um termo de ajustamento de conduta com os protocolos e ações para garantir o retorno seguro das aulas presenciais nas escolas municipais, que está marcado para 8 de fevereiro. O termo será discutido em audiência na sexta-feira. A retomada das aulas não será precedida da vacinação contra Covid-19 dos trabalhadores da Educação, categoria que ficou fora da primeira fase do plano de imunização.

Sindicato estuda medidas

O sindicato dos servidores municipais de Campinas disse que estuda medidas legais para impedir o retorno das aulas sem a vacinação. Na audiência de sexta-feira, a Prefeitura informou que já adquiriu os equipamentos de proteção individual para atender a demanda da rede e os insumos necessários. O plano é que o retorno ocorra com metade da capacidade das salas e permanência dos alunos de três horas diárias. Os estudantes alternarão aulas presenciais e remotas.

Estado

Na rede estadual, o calendário para a volta às aulas começa no dia 1º de fevereiro e o retorno ocorrerá de forma regionalizada, de acordo com os Departamentos Regionais da Saúde, obedecendo aos critérios de segurança estabelecidos pelo Centro de Contingência do Coronavírus. Nas duas primeiras semanas, as escolas receberão 35% de sua capacidade de alunos por dia.

Benefícios

O deputado estadual Dirceu Dalben (PL), que tem base eleitoral em Sumaré, comemorou a manutenção dos benefícios fiscais para hortifrutis, insumos agropecuários, energia elétrica e medicamentos genéricos pelo governo do Estado.

Produção

“São áreas importantes à economia do nosso Estado, e que vão garantir a produção e a comercialização de produtos essenciais para a população”, disse Dalben, que integra a Frente Parlamentar da Agropecuária da Assembleia Legislativa.

Covid

O presidente da Camâra Municipal de Campinas, Zé Carlos (PSB), precisou ser internado na sexta-feira após queda de pressão. O parlamentar está com Covid-19 e já voltou para casa. Ele disse que está bem e segue em isolamento.

Anvisa

A diretoria da Anvisa se reúne hoje para deliberar sobre a autorização emergencial das vacinas contra a Covid. Vai analisar os pedidos do Butantan para a Coronavac, e da Fiocruz, para a vacina do consórcio Astrazeneca/Oxford. Se aprovadas, a vacinação em todo o País poderá começar na quarta ou quinta-feira, mas apenas com a Coronavac.

Frustração

É que a Índia informou ao Brasil que não pretende liberar agora 2 milhões de doses da vacina de Oxford, o que frustrou a expectativa do governo federal de receber os imunizantes hoje. O avião que iria buscar as vacinas na Índia retornou ontem a Campinas para levar oxigênio e máscaras para os hospitais de Manaus, que enfrentam situação de calamidade.

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