MANIFESTAÇÕES

Sindicalistas fazem ato na Paulista e em diversas capitais

Os atos ocorrem em resposta às manifestações antigoverno marcadas para este fim de semana em pelo menos 52 cidades do País

Agência Estado
13/03/2015 às 16:26.
Atualizado em 23/04/2022 às 18:00
Os atos ocorrem em resposta às manifestações antigoverno marcadas para este fim de semana em pelo menos 52 cidades do País ( Agência Brasil)

Os atos ocorrem em resposta às manifestações antigoverno marcadas para este fim de semana em pelo menos 52 cidades do País ( Agência Brasil)

Integrantes do movimento sindical e do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem-terra (MST), centrais sindicais e grupos ligados ao PT estão concentrados em frente à sede da Petrobras, na Avenida Paulista, para o protesto "em defesa da estatal", pelos direitos trabalhistas e a favor da democracia.   Os atos ocorrem em resposta às manifestações antigoverno marcadas para este fim de semana em pelo menos 52 cidades do País. A pauta de reivindicações também inclui maior interlocução com o Planalto. Os atos contam com apoio, em algumas capitais do País, do PT, do PC do B e do PSOL. Neste momento há um carro de som da Central Única dos Trabalhadores tocando músicas da MPB, além de dois trios. Os manifestantes carregam balões e bandeiras de entidades como CUT, CTB, Sindicato dos Bancários de Osasco e União dos Negros pela Igualdade.Os líderes sindicais devem conceder uma entrevista coletiva às 15h e depois o grupo deve ir até o Masp, onde se encontrará com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, antes de seguir até a Praça da República pela Avenida Consolação.A CUT contratou cerca de 80 seguranças particulares para acompanhar o ato. A Polícia Militar acompanha a movimentação à distância e ainda não divulgou nenhuma estimativa de público para o evento.   CUT protesta em Goiânia contra ajuste fical e em defesa da PetrobrasO ato convocado para esta sexta-feira, 13, pela CUT, CTB, Movimento dos Sem Terra e Movimento Camponês Popular, reuniu em torno de 2 mil pessoas em Goiânia, segundo os organizadores. Grupos que vieram de pontos diferentes da cidade, como da porta da Assembleia Legislativa, onde havia outra mobilização, foram engrossando a manifestação que começou com pouco mais de 200 pessoas.O protesto foi em defesa da Petrobras e contra o ajuste fiscal promovido pela presidente Dilma Roussef. O 'impeachment' não está na pauta da manifestação.A mobilização começou às 10h no Coreto da Praça Cívica, onde foi encerrada pouco antes das 13h. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, que não registrou incidentes.Compareceram deputados estaduais do PC do B e do PT, partido que administra Goiânia. O prefeito petista, Paulo Garcia, entretanto não compareceu. A administração dele tem sido alvo de muitas críticas na limpeza, iluminação pública e saúde.A presidente da CUT, Bia de Lima afirmou que estavam presentes as maiores organizações sindicais, como a dos professores e da saúde. "Também vieram 30 sindicatos e 10 movimentos populares e rurais".   Movimentos sociais vão ocupar a rodoviária central de Brasília nesta tardeCentrais sindicais e movimentos sociais vão às ruas de Brasília na tarde desta sexta-feira, 13. O movimento faz parte do ato nacional, que vai levar manifestações a todas as capitais do País.Convocado principalmente pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), o protesto na capital federal também terá a participação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do grupo Fora do Eixo e de movimentos LGBT.Às 14 horas, será feita uma concentração na Praça dos Aposentados, região central de Brasília. No local, haverá uma assembleia popular com todos os movimentos envolvidos. A expectativa é que o grupo siga até a rodoviária do Plano Piloto, que fica ao lado da esplanada dos ministérios, por volta das 17 horas.O movimento tem como foco a busca por direitos trabalhistas, a reivindicação pela reforma política e a defesa da Petrobras e da democracia.   Veja também Artistas gravam vídeos defendendo protestos do dia 15 Movimento Vem Pra Rua divulgou vídeos no Facebook defendendo os protestos de domingo (15); maioria usou a palavra "basta" e fala contra a corrupção na política e a falta de serviços públicos de qualidade Sindicatos e grupos ligados ao PT fazem atos para blindar Dilma Entidades levantarão a a bandeira contrária ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, em resposta às manifestações antigoverno marcadas para este fim de semana em pelo menos 52 cidades do País Ministro pede que protesto anti-governo seja 'sem ódio' Protestos contra o governo Dilma estão marcados para acontecer no domingo em várias cidades do Brasil, uma semana após o panelaço registrado pronunciamento da presidente em cadeia nacional de rádio e TV Pronunciamento de domingo custou R$ 99,7 mil "Os Custos estão dentro dos parâmetros necessários para garantir qualidade e segurança dessa produção, cercada de cuidados específicos (...)", justificou a Secom Veja como foi o 'panelaço' ao redor do Brasil Tuíte #VaiaDilma atinge o 1º lugar durante panelaço Antes do início da fala da presidente, a hashtag representada por manifestantes teve 47 mil tuítes contra 41 mil da hashtag criada e expandida pelo perfil oficial da presidente        

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